Entrar no orkut na januário Ribeiro
28 Outubro 2009 por scardomiMSN na januário
26 Junho 2009 por scardomiOi amor!
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amor, q Deus te abençõe.
depois, é so digitar o seu e-mail na parte q pede “msn login”
e digita a senha na parte escrita “password”.. logo em baixo
Tipos de Conhecimento – Empírico, Filosófico, Teológico e Científico
4 Junho 2009 por scardomiEssa foi uma matéria de Metodologia da Pesquisa (Prof. Falqueto) que me deu muito trabalho para aprender, pois eu sempre perco a primeira aula dele e perdi todas as explicações, entao achei isso na internet. Só nao estou lembrado a fonte, mas se o autor quiser os direitos autorais eu pago a ele 2x o dinheiro q estou ganhando com esse blog (ou seja, R$: 0,0 X 2 = R$ 0.0)
Tipos de Conhecimento
O conhecimento está diretamente ligado ao homem, à sua realidade. O conhecimento pretende idealizar o bem estar do ser humano, logo o conhecimento advém das relações do homem com o meio. O indivíduo procura entender o meio partindo dos pressupostos de interação do homem com os objetivos. É uma forma de explicar os fenômenos das relações, seja, entre sujeito/objeto, homem/razão, homem/desejo ou homem/realidade. A forma de explicar e entender o conhecimento passa por várias vertentes como: conhecimento empírico (vulgar ou senso comum), conhecimento filosófico, conhecimento teológico e conhecimento científico.
O conhecimento empírico surge da relação do ser com o mundo. Todo ser humano apodera-se gradativamente deste conhecimento, ao passo que lida com sua realidade diária. Não há uma preocupação direta com o ato reflexivo, ocorre espontaneamente. É um conhecimento do tipo abrangente dentro da realidade humana. Não está calcada em investigações.
O conhecimento filosófico surge da relação do homem com seu dia-a-dia, porém preocupa-se com respostas e especulações destas relações. Não é um conhecimento estático, ao contrário sempre está em transformação. Considera seus estudos de modo reflexivo e crítico. É um estudo racional, porém não há uma preocupação de verificação.
O conhecimento teológico preocupa-se com verdades absolutas, verdades que só a fé pode explicar. O sagrado é explicado por si só. Não há importância a verificação. Acredita-se que o conhecimento é explicado pela religião. Tudo parte do religioso, os valores religiosos são incontestáveis.
O conhecimento científico precisa ser provado. O conhecimento surge da dúvida e comprovado concretamente, gerando leis válidas. É passível de verificação e investigação, então acaba encontrando respostas aos fenômenos que norteiam o ser humano. Usa os métodos para encontrar respostas através de leis comprobatórias, as quais regem a relação do sujeito com a realidade.
Tabelinha e Conhecimentos
CONHECIMENTO POPULAR
Superficial – conforma-se com a aparência, com aquilo que se pode comprovar simplesmente estando junto das coisas.
Sensitivo – referente a vivências, estados de ânimo e emoções da vida diária.
Subjetivo – é o próprio sujeito que organiza suas experiências e conhecimentos.
Assistemático – a organização da experiência não visa a uma sistematização das idéais, nem da forma de adquirí-las nem na tentativa de validá-las.
Acrítico – verdadeiros ou não, a pretensão de que esses conhecimentos o sejam não se manifesta sempre de uma forma crítica.
CONHECIMENTO FILOSÓFICO
Valorativo – seu ponto de partida consiste em hipóteses, que não poderão ser submetidas à observação. As hipóteses filosóficas baseiam-se na experiência e não na experimentação.
Não verificável – os enunciados das hipóteses filosóficas não podem ser confirmados nem refutados.
Racional – consiste num conjunto de enunciados logicamente correlacionados.
Sistemático – suas hipóteses e enunciados visam a uma representação coerente da realidade estudada, numa tentativa de apreendê-la em sua totalidade.
Infalível e exato – suas hipóteses e postulados não são submetidos ao decisivo teste da observação, experimentação.
A filosofia encontra-se sempre à procura do que é mais geral, interessando-se pela formulação de uma concepção unificada e unificante do universo. Para tanto, procura responder às grandes indagações do espírito humano, buscando até leis mais universais que englobem e harmonizem as conclusões da ciência.
CONHECIMENTO RELIGIOSO OU TEOLÓGICO
Apoia-se em doutrinas que contêm proposições sagradas, valorativas,
por terem sido reveladas pelo sobrenatural, inspiracional
e, por esse motivo, tais verdades são consideradas infalíveis, indiscutíveis e exatas.
É um conhecimento sistemático do mundo (origem, significado, finalidade e destino) como obra de um criador divino.
Suas evidências não são verificadas. Está sempre implícita uma atidude de fé perante um conhecimento revelado.
O conhecimento religioso ou teológico parte do pricípio de que as verdades tratadas são infalíveis e indiscutíveis, por consistirem em revelações da divindade, do sobrenatural.
CONHECIMENTO CIENTÍFICO
Real, factual – lida com ocorrências, fatos, isto é, toda forma de existência que se manifesta de algum modo.
Contingente – suas proposições ou hipóteses têm a sua veracidade ou falsidade conhecida através da experimentação e não pela razão, como ocorre no conhecimento filosófico.
Sistemático – saber ordenado logicamente, formando um sistema de idéias (teoria) e não conhecimentos dispersos e desconexos.
Verificável – as hipóteses que não podem ser comprovadas não pertencem ao âmbito da ciência.
Falível – em virtude de não ser definitivo, absoluto ou final.
Aproximadamente exato – novas proposições e o desenvolvimento de novas técnicas podem reformular o acervo de teoria existente.
Arquitetura Dual – Processadores Intel e AMD
4 Junho 2009 por scardomiUm trabalho de OEC (prof. Jean) apresentado no IFES pelo meu grupo no primeiro semestre de redes 2009
Arquitetura Dual
Com a evolução do computador, o homem buscou aumentar a capacidade de processamento de suas máquinas.
Com o rápido crescimento no desempenho dos processadores os recursos atuais em busca do maior desempenho começaram a chegar no limite: o clock não podia mais ser aumentado com facilidade, o aumento de cachê e do barramento externo não proporcionam um aumento considerável de velocidade, além de encarecer a peça.
A curto prazo, a solução mais nítida para essa “falta de recursos” foi a utilização de processadores bi-nucleares. O que teoricamente poderia dobrar a capacidade de processamento dos dados.
A idéia de utilização de dois núcleos no mesmo processador surgiu de um esquema já existente em alguns servidores, que utilizavam de dois a quatro processadores na mesma placa mãe, para aumentar a capacidade.
O softwares trabalham enviando threads (linhas de execução) que contém instruções que deverão ser executadas pelo processador, o qual só pode executar uma thread por vez. Com dois núcleos de processamento, o processador é capaz de executar dois threads de uma vez.
Não se pode esquecer que para processadores dual, devem-se utilizar softwares programados para utilizar essa tecnologia, senão ele simplesmente trabalhará como um processador single core (um núcleo).
Dual Core Intel
Os primeiros processadores dual core lançados pela Intel, eram feitos a partir da arquitetura do Pentium 4, com algumas diferenças, além dos dois núcleos de processamento, continha uma tecnologia de dissipação de calor, cada núcleo possui suas próprias unidades de execução e cachê L2.
A comunicação entre os dois núcleos é feito através do FSB externo, o qual é muito lento, diminuindo a o desempenho do processador.
Com relação a freqüência, ele não conseguiam trabalhar em freqüências tão elevada, quanto os single cores, pois a adição do segundo núcleo aumentava muito o calor gerado pelos núcleos.
Nos lançamentos sucessores aos primeiros modelos dual, a Intel buscou resolves esses pequenos problemas com seus processadores, e hoje,os principais modelos utilizados são:
1- Core 2:
Core 2 Duo, Core 2 Quad e Core 2 Extreme são os principais processadores dessa família, sendo caros e bem potentes.
Suas principais características são:
• Arquitetura Core.
• 64 KB de cache L1 (32 KB de dados + 32 KB de instruções) por núcleo
• Tecnologia de dois ou quatro núcleos.
• Tecnologia fabricação de 65 nm ou 45 nm.
• Soquete 775.
• Barramento externo de 800 MHz, 1.066 MHz, 1.333 ou 1.600 MHz.
• 2 MB, 3 MB, 4 MB ou 6 MB de cache de memória L2 compartilhado (Nos processadores de quatro núcleos, cada par de núcleos tem seu próprio cache, compartilhado entre os dois núcleos mas independente dos outros dois).
• Tecnologia de Virtualização (exceto no Core 2 Duo modelos E4×00, E7×00 e E81xx).
• Tecnologia Intel EM64T.
• Instruções SSE3.
• Instruções SSE4.1 nos modelos de 45 nm.
• Execute Disable.
• Intelligent Power Capability.
• Tecnologia Enhanced SpeedStep.
2- Dual Core:
Os processadores Dual são Cores 2 Duo com menor clock interno e menos cachê L2. Esses comercializados a custo inferior aos core 2. As principais características são:
• Microarquitetura Core ou Pentium M.
• 64 KB L2 de cache L1 (32 KB de dados + 32 KB de instruções) por núcleo.
• Tecnologia de dois núcleos.
• Processo de fabricação de 65 nm ou 45 nm.
• Soquete 775 nos modelos para desktops.
• Soquete micro-FCPGA nos modelos para notebooks.
• Barramento externo de 800 MHz nas versões para desktops.
• Barramento externo de 533 MHz ou 667 MHz nas versões para notebooks.
• 1 MB (modelos de 65 nm) ou 2 MB (modelos de 45 nm) de cache de memória L2 compartilhado.
• Tecnologia Intel EM64T.
• Instruções SSE3.
• Sem suporte às instruções SSE4.1 mesmo nos modelos de 45 nm
• Execute Disable.
• Tecnologia Enhanced SpeedStep.
• Tecnologia Enhanced Halt State
3- Core I7:
Os novos processadores da Intel, apresentam certa diferença com relação aos anteriores, como o controlador de memória integrado, aceita apenas memórias DDR3, e suporte a nova arquitetura de três canais, que permite ao processador acessar três módulos de memória ao mesmo tempo para gravar e ler dados, aumentando a quantidade de bits por pulso de clock . Suas características são:
• Microarquitetura Nehalem.
• 64 KB de cache L1 (32 KB de dados + 32 KB de instruções) por núcleo.
• 256 KB de cache L2 por núcleo.
• 8 MB de cache de memória L3 compartilhado.
• Tecnologia de quatro núcleos.
• Tecnologia fabricação de 45 nm.
• Soquete 1366.
• Barramento QPI rodando a 2,4 GHz ou a 3,2 GHz.
• Tecnologia de Virtualização
• Tecnologia Intel EM64T
• Tecnologia HyperThreading (HT)
• Instruções SSE4.2
• Tecnologia Execute Disable
• Tecnologia Enhanced SpeedStep.
Dual Core AMD
No Dual Core AMD cada núcleo possui as suas unidades de execução e Cache L2 individuais, apenas o controlador de memória e o HyperTransport são divididos entre os dois núcleos. Os dois núcleos comunicam-se com os recursos compartilhados através do “Crossbar Switch” e do “System Request Queue”, dessa forma a comunicação entre os cores é feita internamente não dependendo do barramento externo e nem do barramento das memórias.
A arquitetura AMD é mais cara e apresenta desempenho superior à arquitetura Intel.
Seus principais processadores são:
1- Athlon 64 x2:
O Atlhon 64 X2 é baseado na nova revisão do Athlon 64, utiliza os núcleos Toledo (1 MB de Cache L2 para cada núcleo) e Manchester (512 KB de Cache L2 para cada núcleo).
O Toledo possui dois núcleos com 1 MB de Cache L2 cada e 233.2 milhões de transitors, o seu die é duas vezes maior que a de um processador Single Core.
O Athlon 64 X2 trabalha com frequências relativamente elevadas, 2.0, 2.2 e 2.4 Ghz, isso significa que mesmo em aplicações onde não há otimização para multiprocessamento esse processador terá bom desempenho.
2- Opteron:
Os processadores Dual Core Opteron são fabricados utilizando a nova revisão do Athlon 64. A principal diferença entre o Athlon 64 e Opteron é capacidade de multiprocessamento do Opteron, por esse motivo ele é destinado a servidores, podendo trabalhar em sistemas com até oito processadores.
Como não possui capacidade para trabalhar em sistemas com vários processadores o Athlon 64 dispõe apenas um barramento HyperTransport, este serve para ligar os processadores em um sistema multiprocessado (2 a 8 processadores). A outra diferença entre os dois processadores é a necessidade do Opteron de utilizar memórias registradas. Lembrando que o Opteron utiliza o socket 940.
Arquitetura 64 bits
A arquitetura 64 bits é uma tecnologia bem simples de entender. Os processadores mais comuns hoje em dia executam instruções de 32 bits, 2³² combinações binárias diferentes, e qualquer instrução acima disso deve dividida em duas ou mais partes para se processar. O desempenho 64 bits, 264 combinações diferentes, terá desempenho muito maior com relação a instruções complexas, as quais não precisaram ser divididas e diminuirá o tempo gasto para processá-las.
Atualmente, o grande problema desses processadores é que, além do preço, todo o hardware e o sistema operacional precisam ter suporte 64 bits. Cada processador tem suas características diferentes, sendo que é necessário sistemas com suportes específicos para o processador desejado.
Assim como os processadores evoluíram de 4 a 32 bits conforme a necessidade humana, a menos que uma nova tecnologia surja, em alguns anos a arquitetura 64 bits se tornará padrão e mais acessível às pessoas.
Referências:
TORRES, Gabriel. WWW.clubedohardware.com, art. Processadores Dual Core,18/15/2005, art. Processadores de núcleo duplo AMD, 19/15/20005.
COELHO, Rafael Otto. WWW.clubedohardware.com, art. Todos os modelos de Core i7, 14/04/2009.
TORRES, Gabriel, COELHO, Rafael Otto, LIMA Cássio. WWW.clubedohardware.com, art. Todos os Modelos do Core 2, 20/04/2009, art. Todos os Modelos do Pentium Dual Core, 06/04/2009.
ALECRIM, Emerson. WWW.infowester.com art. Processadores de 64 bits x Processadores de 32 bits, 01/05/2006.
Coríntios 13:4 à parte A do verso 8
18 Novembro 2008 por scardominavegando pela bíblia, vi um trecho de corintios 13 falando sobre o amor, porém, estava meio complicado de entender aquela linguagem, então, peguei o dicionário e fui refazendo essa passagem que na verdade é um poema sobre o amor:
O amor é paciente, é bondoso; o amor não arde em ciúmes, não se vangloria, não se torna orgulhoso…
Não se conduz inconveniente, não procura os seus interesses, não se irrita, não se ofende com o mal;
Não se alegra com a injustiça, mas se alegra na verdade;
Tudo sofre, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba…

bem, espero que tenham gostado! trocando as palavras fica muito mais fácil entender, não acham?
Curiosidades Matemáticas
2 Novembro 2008 por scardomiEm uma de minhas pesquisas de vestibular encontrei umas coisas interessantes sobre matemática:
-Pitágoras descobriu que existe outra forma de calcular potências: através da soma de números ímpares. Ele descobriu que n2 é igual a soma dos n primeiros números naturais ímpares.
Exemplo: 52 = 1+3+5+7+9 = 25
-1089 é conhecido como o número mágico. Veja porque:
Escolha qualquer número de três algarismos distintos: por exemplo, 875.
Agora escreva este número de trás para frente e subtraia o menor do maior:
875 – 578 = 297
Agora inverta também esse resultado e faça a soma:
297 + 792 = 1089 (o número mágico)
Funciona com qualquer número de TRÊS algarismos.
- Uma curiosidade com números de três algarismos
Escolha um numero de três algarismos: Ex: 234
Repita este numero na frente do mesmo: 234234
Agora divida por 13: 234234 / 13 = 18018
Agora divida o resultado por 11: 18018 / 11 = 1638
Divida novamente o resultado, só que agora por 7: 1638 / 7 = 234
O resultado é igual ao numero de três algarismos que você havia escolhido: 234.
-Invertendo e subtraindo
Você sabia que a diferença de um número com o outro que obtemos escrevendo-o de trás para frente é igual a zero ou a um múltiplo de nove? Veja alguns exemplos:
22 – 22 = 0
51 – 15 = 36 (múltiplo de 9)
444 – 444 = 0
998 – 899 = 99 (múltiplo de 9)
1350 – 0531 = 819 (múltiplo de 9)
654321 – 123456 = 530865 (múltiplo de 9)
Resumo Vida de Lampião e Maria Bonta
16 Outubro 2008 por scardomiVirgulino Ferreira da Silva (Lampião) nasceu em 7 de julho de 1897, na fazenda Ingazeira, no município de Serra Talhada, Pernambuco. Foi o segundo filho em uma série de 8, de José Ferreira da Silva e Maria Selena da Purificação.
Após o assassinato de seus pais, ocorrido por questões de disputas de terras, Virgulino alista-se à tropa de cangaceiros de Sinhô Pereira e inicia sua vida no cangaço para vingar a morte de seus pais.
Rapidamente Lampião destaca-se entre os cangaceiros, e em 1922, com o aposento de Sinhô Pereira ele se torna líder dos cangaceiros.
Em 1928, em uma batalha em Morossó (RN), Lampião perde suas tropas e foge, com apenas 5 companheiros, para a Bahia, onde reconstrói seu bando.
Em 1930, enquanto estavam acampados na fazenda de um coitero (nome dado àqueles que acolhiam os cangaceiros), Virgulino conhece Maria Déia Nenén, esposa de um sapateiro local. Os dois se apaixonaram e ela se uniu ao bando, recebendo o apelido de Maria Bonita. Após a entrada dela no grupo, várias outras companheiras dos cangaceiros também foram incorporadas.
Em 1932, nasce Expedita, a única filha de Lampião. Por questões de perseguição e de não terem condições de como cria-la, ela é deixada, não se sabe ao certo com quem, mas há quem acredite que foi com João, irmão de Lampião, o qual não se envolveu com o cangaço.
Em 28 de abril de 1938, o bando acampou na fazenda Angicos, em Sergipe, a qual, segundo lampião era o esconderijo mais seguro para seus cangaceiros. Não sabe-se ao certo quem os traiu, mas naquela mesma noite, a elite do Tenente João Bezerra e do Sargento Aniceto Rodrigues da Silva invadiu o acampamento e liquidou o bando. Alguns conseguiram fugir, mas 11 dos cangaceiros, incluindo Lampião, morreram ali mesmo.
As cabeças dos 11 cangaceiros derrotados ali foram arrancadas (a de Maria Bonita, Quinta-feira e Mergulhão foram degoladas ainda com vida) e expostas ao povo, para que eles vissem com os próprios olhos a morte de um dos bandidos mais temidos no brasil, o qual também levou o título de homem bom, pois, mesmo com tantas atrocidades cometidas, ele conquistou ao povo com suas façanhas.
Resumo bem Resumido Biografia Machado de Assis
16 Outubro 2008 por scardomiFilho do mulato Francisco José de Assis, pintor de paredes e descendente de escravos alforriados, e de Maria Leopoldina Machado, uma lavadeira portuguesa da Ilha de São Miguel. Joaquim Maria Machado de Assis passou a infância na chácara de D. Maria José Barroso Pereira, viúva do senador Bento Barroso Pereira, na Ladeira Nova do Livramento, (como identificou Michel Massa), onde sua família morava como agregada, no Rio de Janeiro. De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Ficou órfão de mãe muito cedo e também perdeu a irmã mais nova. Não freqüentou escola regular, mas, em 1851, com a morte do pai, sua madrasta Maria Inês, à época morando no bairro em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é provável que tenha assistido às aulas quando não estava trabalhando.
Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender e se tornou um dos maiores intelectuais do país, ainda muito jovem. Em São Cristóvão, conheceu a senhora francesa Madamme Gallot, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de francês, que Machado acabou por falar fluentemente, tendo traduzido o romance Os Trabalhadores do Mar, de Victor Hugo, na juventude.
Também aprendeu inglês, chegando a traduzir poemas deste idioma, como O Corvo, de Edgar Allan Poe. Posteriormente, estudou alemão, sempre como autodidata.
De origem humilde, Machado de Assis iniciou sua carreira trabalhando como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Oficial, cujo diretor era o romancista Manuel Antônio de Almeida. Em 1855, aos quinze anos, estreou na literatura, com a publicação do poema “Ela” na revista Marmota Fluminense. Continuou colaborando intensamente nos jornais, como cronista, contista, poeta e crítico literário, tornando-se respeitado como intelectual antes mesmo de se firmar como grande romancista. Machado conquistou a admiração e a amizade do romancista José de Alencar, principal escritor da época.
Em 1864 estréia em livro, com Crisálidas (poemas). Em 1869, casa-se com a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã do poeta Faustino Xavier de Novais e quatro anos mais velha do que ele. Em 1873, ingressa no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, como primeiro-oficial. Posteriormente, ascenderia na carreira de servidor público, aposentando-se no cargo de diretor do Ministério da Viação e Obras Públicas.
Podendo dedicar-se com mais comodidade à carreira literária, escreveu uma série de livros de caráter romântico. É a chamada primeira fase de sua carreira, marcada pelas obras: Ressurreição (1872), A Mão e a Luva (1874), Helena (1876), e Iaiá Garcia (1878), além das coletâneas de contos Contos Fluminenses (1870), Histórias da Meia Noite (1873), das coletâneas de poesias Crisálidas (1864), Falenas (1870), Americanas (1875), e das peças Os Deuses de Casaca (1866), O Protocolo (1863), Queda que as Mulheres têm para os Tolos (1864) e Quase Ministro (1864).
Em 1881, abandona, definitivamente, o romantismo da primeira fase de sua obra e publica Memórias Póstumas de Brás Cubas, que marca o início do realismo no Brasil. O livro, extremamente ousado, é escrito por um defunto e começa com uma dedicatória inusitada: “Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas Memórias Póstumas”. Tanto Memórias Póstumas de Brás Cubas como as demais obras de sua segunda fase vão muito além dos limites do realismo, apesar de serem normalmente classificados nessa escola. Machado, como todos os autores do gênero, escapa aos limites de todas as escolas, criando uma obra única.
Na segunda fase suas obras tinham caráter realista, tendo como características: a introspecção, o humor e o pessimismo com relação à essência do homem e seu relacionamento com o mundo. Da segunda fase, são obras principais: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1900), Esaú e Jacó (1904), Memorial de Aires (1908), além das coletâneas de contos Papéis Avulsos (1882), Várias Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1906), Relíquias da Casa Velha (1906), e da coletânea de poesias Ocidentais. Em 1904, morre Carolina Xavier de Novaes, e Machado de Assis escreve um de seus melhores poemas, Carolina, em homenagem à falecida esposa. Muito doente, solitário e triste depois da morte da esposa, Machado de Assis morreu em 29 de setembro de 1908, em sua velha casa no bairro carioca do Cosme Velho. Nem nos últimos dias, aceitou a presença de um padre que lhe tomasse a confissão. Bem conhecido pela quantidade de pessoas que visitaram o escritor carioca em seus últimos dias, como Mário de Alencar, Euclides da Cunha e Astrogildo Pereira (ainda rapaz e por isso desconhecido dos demais escritores), ficcionalmente o tema da morte de Machado de Assis foi revisto por Haroldo Maranhão.
É considerado por muitos o maior escritor brasileiro de todos os tempos e um dos maiores escritores do mundo, enquanto romancista e contista. Suas crônicas não têm o mesmo brilho e seus poemas têm uma diferença curiosa com o restante de sua produção: ao passo que na prosa Machado é contido e elegante, seus poemas são algumas vezes chocantes na crueza dos termos – similar talvez à de Augusto dos Anjos.
Toda a obra de Machado de Assis é de domínio público, por ter expirado o correspondente direito de autor em 1978, ao se completarem 70 anos do falecimento do autor.
Analogia entre as mulheres e o mundo da informática!
29 Agosto 2008 por scardomiMulher Internet: Aqui no Brasil, são as mulheres de difícil acesso.
Mulher MSN: Bate o maior papo com você, mas no final acaba só deixando você ver pela webcam.
Mulher Provedor: Tá sempre ocupada demais para te ouvir.
Mulher Windows: Todo mundo sabe que não presta, mais ninguém vive sem ela.
Mulher Power Point: Só o Bill Gates tem paciência pra aguentar por mais de meia hora.
Mulher Word: Tem sempre uma surpresa reservada prá você (geralmente ruim) e não existe ninguém no mundo que a compreenda totalmente. Corresponde a, mais ou menos, 99% das mulheres do mundo.
Mulher Orkut: Todo mundo nega que gosta, mas a maioria sente um tesão danado por ela.
Mulher DOS: Todos usaram algum dia, mas agora ninguém quer.
Mulher Backup: Sempre você acha que tem, mas hora do vamos ver, não funciona.
Mulher Vírus: Também conhecida como esposa, quando você menos espera, ela chega e se instala. Se você tentar desinstalar, vai perder alguma coisa, se não perder tudo.
Mulher Scandisk: A gente sabe que ela é legal e só quer ajudar, mas por debaixo dos panos, a gente nunca sabe o que ela está fazendo.
Mulher Linux: Poucos a conhecem, mas os que já experimentaram, não trocam por nenhuma outra.
Mulher UOL: Tem o melhor conteúdo, mas só quem paga põe a mão.
Mulher Paintbrush: Só serve para os seus filhos.
Mulher Memória RAM: Aquela que esquece o que faz assim que desliga.
Mulher HD: Aquela que se recorda de tudo o tempo todo.
Mulher Mouse: Só funciona quando é arrastada e apertada.
Mulher Joystick: Vive deixando você com a mão suada e com câimbras no braço
obs: criado por amantes do linux, entao, ja se sabe a quem eles querem atingir…
Resumo Modernismo No Brasil
27 Agosto 2008 por scardomiNao é bem um resumo, mas nao é dificil ler um parágrafo e pegar as partes principais é? Lembre-se: Copiar e resumir é facil, criar que é o maior desafio…
O movimento denominado Modernismo iniciou-se em 11 de fevereiro de 1922, com o evento chamado “Semana da Arte Moderna”. Mas muitos consideram o inicio do movimento a partir do ano de 1920, pois as características modernistas já haviam sido incorporadas aos escritores pré-modernistas.
A Semana de Arte Moderna foi um evento ocorrido no Teatro Municipal de São Paulo, o qual contou com inúmeros eventos, como apresentação de conferências, leitura de poemas, dança e música e vários grandes nomes da literatura brasileiras, tais como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Manuel Bandeira, Di Cavalcanti, Graça Aranha, Guilherme de Almeida e muitos outros.
A arte exposta nesse evento causou uma enorme polêmica à sociedade da época, e atravessou o século XX, nos impressionando até os dias de hoje.
O movimento dividi-se em três fases:
Primeira Fase (1922-1930)
Caracteriza-se por ser uma tentativa de definir e marcar posições. Período rico em manifestos e revistas de vida efêmera.
Um mês depois da Semana de Arte Moderna, a política vive dois momentos importantes: eleições para Presidência da República e congresso (RJ) para fundação do Partido Comunista do Brasil. Ainda no campo da política, surge em 1926 o Partido Democrático que teve entre seus fundadores Mário de Andrade.
É a fase mais radical justamente em conseqüência da necessidade de definições e do rompimento de todas as estruturas do passado. Caráter anárquico e forte sentido destruidor.
Principais autores desta fase: Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Antônio de Alcântara Machado, Menotti del Picchia, Cassiano Ricardo, Guilherme de Almeida e Plínio Salgado.
Características
• busca do moderno, original e polêmico
• nacionalismo em suas múltiplas facetas
• volta às origens e valorização do índio verdadeiramente brasileiro
• “língua brasileira” – falada pelo povo nas ruas
• paródias – tentativa de repensar a história e a literatura brasileiras
A postura nacionalista apresenta-se em duas vertentes:
• nacionalismo crítico, consciente, de denúncia da realidade, identificado politicamente com as esquerdas.
• nacionalismo ufanista, utópico, exagerado, identificado com as correntes de extrema direita.
Segunda Fase (1930-1945)
Estende-se de 1930 a 1945, sendo um período rico na produção poética e também na prosa. O universo temático se amplia e os artistas passam a preocupar-se mais com o destino dos homens, o “estar no mundo”.
Durante algum certo tempo, a poesia das gerações de 22 e 30 conviveram. Não se trata, portanto, de uma sucessão brusca. A maioria dos poetas de 30 absorveria parte da experiência de 22: liberdade temática, gosto da expressão atualizada ou inventiva, verso livre, anti-academicismo.
A poesia prossegue a tarefa de purificação de meios e formas iniciada antes, ampliando a temática na direção da inquietação filosófica e religiosa, com Vinícius de Moraes, Jorge de Lima, Augusto Frederico Schmidt, Murilo Mendes, Carlos Drummond de Andrade, ao tempo em que a prosa alargava a sua área de interesse para incluir preocupações novas de ordem política, social e econômica, humana e espiritual. À piada sucedeu a gravidade de espírito, a seriedade da alma, propósitos e meios. Uma geração grave, preocupada com o destino do homem e com as dores do mundo, pelos quais se considerava responsável, deu à época uma atividade excepcional.
O humor quase piadístico de Drummond receberia influencias de Mário e Oswald de Andrade. Vinícius, Cecília, Jorge de Lima e Murilo Mendes apresentam certo espiritualismo que vinha do livro de Mário Há uma gota de Sangue em cada Poema (1917).
A geração de 30 não precisou ser combativa como a de 22. Eles já encontraram uma linguagem poética modernista estruturada. Passaram então a aprimorá-la e extrair dela novas variações, numa maior estabilidade.
O Modernismo já estava dinamicamente incorporado às praticas literárias brasileiras, sendo assim os modernistas de 30 estão mais voltados ao drama do mundo e ao desconcerto do capitalismo.
Características
• Repensar a historia nacional com humor e ironia – ” Em outubro de 1930 / Nós fizemos — que animação! — / Um pic-nic com carabinas.” (Festa Familiar – Carlos D. de Andrade)
• Verso livre e poesia sintética – ” Stop. / A vida parou / ou foi o automóvel?” (Cota Zero, Carlos Drummond de Andrade)
• Nova postura temática – questionar mais a realidade e a si mesmo enquanto indivíduo
• Tentativa de interpretar o estar-no-mundo e seu papel de poeta
• Literatura mais construtiva e mais politizada.
• Surge uma corrente mais voltada para o espiritualismo e o intimismo (Cecília, Murilo Mendes, Jorge de Lima e Vinícius)
• Aprofundamento das relações do eu com o mundo
• Consciência da fragilidade do eu – “Tenho apenas duas mãos / e o sentimento do mundo” (Carlos Drummond de Andrade – Sentimento do Mundo)
• Perspectiva única para enfrentar os tempos difíceis é a união, as soluções coletivas – ” O presente é tão grande, ano nos afastemos, / Ano nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.” (Carlos Drummond de Andrade – Mãos dadas)
Os principais autores são: Carlos Drummond de Andrade, Murilo Mendes, Jorge de Lima, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Rachel de Queiroz, José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Érico Veríssimo.
Terceira Fase (1945-1978)
A literatura brasileira, assim como o cenário sócio-político, passa por transformações.
A prosa tanto no romance quanto nos contos busca uma literatura intimista, de sondagem psicológica, introspectiva, com destaque para Clarice Lispector. Ao mesmo tempo, o regionalismo adquire uma nova dimensão com Guimarães Rosa e sua recriação dos costumes e da fala sertaneja, penetrando fundo na psicologia do jagunço do Brasil central. Um traço característico comum a Clarice e Guimarães Rosa é a pesquisa da linguagem, por isso são chamados instrumentalistas. Enquanto Guimarães Rosa preocupa-se com a manutenção do enredo com o suspense, Clarice abandona quase que completamente a noção de trama e detém-se no registro de incidentes do cotidiano ou no mergulho para dentro dos personagens.
Na poesia, surge uma geração de poetas que se opõem às conquistas e inovações dos modernistas de 22. A nova proposta foi defendida, inicialmente, pela revista Orfeu (1947). Assim, negando a liberdade formal, as ironias, as sátiras e outras “brincadeiras” modernistas, os poetas de 45 buscam uma poesia mais “equilibrada e séria”. Os modelos voltam a ser os Parnasianos e Simbolistas. Principais autores (Ledo Ivo, Péricles Eugênio da Silva Ramos, Geraldo Vidigal, Domingos Carvalho da Silva, Geir de Campos e Darcy Damasceno). No fim dos anos 40, surge um poeta singular, pois não está filiado esteticamente a nenhuma tendência: João Cabral de Melo Neto.
Vários fatos mundiais aconteceram nessa fase, tais como o fim da 2ª Guerra Mundial, o inicio a Era Atômica (com as bombas de Hiroshima e Nagasaki), a criação da ONU e a criação da Declaração dos Direitos Humanos, o início da Guerra Fria.
No Brasil houve o fim da ditadura Vargas e a redemocratização brasileira.
Historico de movimentos antecessores ao modernismo
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